30
out
09

O Melhor Exemplo do que Não Seguir

Concordo.

Cada um tem que trilhar o seu próprio caminho, porque quem vai fazer a sua história é você.

Algumas pessoas vão fazer parte e contribuir para o sucesso ou fracasso dela.

Eu, particularmente, acho que não sou o melhor caminho a ser seguido.

E assim como a música da banda capixaba Dead Fish, eu também tenho pressa em me alcançar…mas do que todo mundo alias….

 

Abra’az

27
out
09

O Mundo visto pelas Crianças

“o mundo visto pelas crianças é talvez a melhor maneira de recuperarmos a visão que temos dele.”

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Quand l’enfant a suivi la grille qui fait le tour du bassin, il se croit enfermé. (J. Paulhan, Haïkaïs)

Quando a criança percorre a grade que está em torno da piscina, ela pensa que está enclausurada. (J. Paulhan, Haicais)

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À criança a realeza. (Heráclito, séc. V a. C.)

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Frase de um menino europeu: “No inverno, as árvores são de madeira”.

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Camila, 8 anos, neta de Ayala Kalnicki Band, ao ver o Grand Canyon: “Vovó, it looks painted but it´s real”.

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Dani, 4 anos, mais uma neta de Ayala Kalnicki Band, morava num kibutz quando ouviu de uma amiguinha:”Se você não se comportar direito, os árabes vão te matar”. Resposta da pequena: “Então vamos vestir as nossas roupas mais bonitas e ir lá na aldeia deles brincar com as outras crianças. Assim, quando nos virem tão boazinhas, não vão nos matar”.

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Frase lembrada por Jorge Coli (e selecionada por Adolfo Bloch) de um menino pequeno: “Cor-de-rosa é um vermelho muito devagar”.

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Enviado por Paulo Portella Filho. O menininho espanhol visitava o interior da “Snake” de Richard Serra no Guggenheim de Bilbao quando disse ao colega de escola: “A mi me gusta el Pupy”.

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Jorge Coli lembra-se ainda de outra situação ocorrida há 30 anos, quando estava na casa de amigos, na Jutlândia. Havia lá um casal com o filho de 8 anos. Brincando, Coli falou com ele em francês e em português. O garoto, que só falava dinamarquês, respondeu :”yes”. A mãe, surpresa, perguntou por que respondera “sim”. E ele : “Há muito poucas coisas para as quais a resposta é não!”

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“Qual a cor da água?” perguntou Luciana à Roberta. Sem piscar, a menina respondeu: “Da cor do espelho, ué!”.

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Ainda uma da Luciana. O seu Léo, quando tinha três anos, ao ver um cartaz com o desenho da frutinha do guaraná pela primeira vez, exclamou: “Mãe, olha! A acerola abriu o olho!!!”

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Também da Luciana, a última do Léo, agora com 7 anos: “Mas Jesus, hein, mãe… sortudo… foi nascer logo no natal”!!!

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Essa é da Lúcia. Mas como ela não consegue ser sucinta porque é cronista (os cronistas natos não agüentam escrever só três linhas…) entra na seção assim mesmo, pois é ótima:

- Mãe, estou com uma hematoma no dedo.
- O que tem o teu dedo, Luciana?
- Uma hematoma. Foi o que a minha professora disse.
- Um hematoma, Luciana. “Um”. Não “uma”.
- Hematoma não é mulher?
- Não, hematoma é homem.
- Hum. Acho que ela falou “uma”, a professora.
- Ela errou. Hematoma é feminino.
- Assim, tipo “Dona Hematoma”?
- Quê?
- Nome legal esse para uma mulher. Dona Hematoma. Até rima, ona com oma. Ela deve ser uma mulher toda roxa. Um dia a gente escreve uma história sobre ela, vamos? Eu faço os desenhos da dona Hematoma, vou desenhar ela toda enfaixada, igual à uma múmia. Pode ser irmã da Dona Ferida. Mulher do Senhor Cicatriz…
- E o seu dedo, Lu?
- Meu dedo? Que dedo?

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De Carolina Vigna-Marú. Roberto, 3 anos: “O cotovelo é o joelho do braço” e logo em seguida: “O cachorro é um bicho de 4 cotovelos”.

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De Alexandre, filho de Idelber Avelar, com 3 anos, chegando ao mar pela primeira vez: “Pai, pai, pai, vem cá me ajudar a olhar!”

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Da Bia Zonis: “Estava passeando com o meu filho Alex, no outono, ele devia ter uns 4 ou 5 anos, e falou: ‘Mama, alguém pintou a árvore de amarelo!’ E quando chegou o inverno ele disse: “Mama, a gente precisa comprar árvores novas, as folhas cairam todas…”.

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A Lúcia lembrou da sua irmã, Ângela, que quando era pequenina e viu uma vaca pela primeira vez, ficou surpresa: “Olha, mãe! As vacas, ao invés de terem as mãos nos braços, têm mãos na barriga!”

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Da Bruna: duas garotinhas de seis anos conversam no quarto. “O que você vai pedir no NATAL ?” “Eu vou pedir uma Barbie, e você?” “Eu vou pedir um O.B.” “O.B.?! O que é isso?!” “Nem imagino, mas na televisão dizem que com O.B. a gente pode ir à praia, andar de bicicleta, andar a cavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas legais, sem que ninguém perceba…”

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O sobrinho da Márcia, de 5 anos, queria um caro baralho de desenhos japoneses e disse a mãe: “Mamãe, sabe porque esse baralho é tão caro?” “Não, Pipicho, respondeu ela”. “Porque ele é importugado”. Até hoje a família da Márcia se refere assim a produtos importados…

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Beatriz é filha da Neta, médica e escritora, autora de um livro sobre anestesia para leigos, Perdendo o medo de Anestesia – Mitos e Verdades (ainda à procura de um editor). Quando viu o mar pela primeira vez, Beatriz perguntou: “Mamãe ele nunca desliga?”

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Helô, a querida “bananinha” do blog world, lembra muito à propósito o saudoso médico carioca Pedro Bloch, com quem teve a sorte de se consultar uma vez na infância. Recorda-se que ele gostava tanto das frases infantis ouvidas no consultório, que publicava toda semana, na revista Manchete, a coluna “Criança diz cada uma… “. A Helô cita algumas delas que são antológicas:
“A boca é a garagem da língua”
“Relâmpago é um barulho rabiscando o céu”
“Helicóptero é um carro com ventilador em cima”
“Deus é a pessoa que dá os presentes pro Papai Noel”

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Conta a Fer que sempre se pega rindo quando lembra da sobrinha Paula: “Meu nome não é Paula, meu nome é Sereia”…

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A Joana, filha do Dudi, quando tinha uns quatro anos o olhou bem nos olhos e falou: “Sabe que estou me acostumando com você!?”

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Essa o Dudi não sabe onde ouviu: “Mãe tem um osso no meu pinto!”

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A Ana Lúcia tinha uma aluna que adorava fazer papel de mãe nas brincadeiras. Então, quando perguntava como ela se chamava, a pequena respondia: “Carmem Mãe Silveira”. E Ana Lúcia conta também que, quando era criança, sempre pedia : “Mãe, eu quero suco de água…”

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Os filhos de Jane, Daniel e Lúcio, aos 7 e 4 anos, brincavam à mesa do almoço: “Vaca amarela cagou na panela; quem falar primeiro vai comer a bosta dela”. Os adultos, sem prestar atenção, continuavam a conversa. O primeiro que falava recebia um “Ahh!! Comeu!!” Depois de uma boa bronca, Lúcio resolveu modificar a frase: “Vaca branca não fez nada na panela; quem falar primeiro não vai comer nada dela.” Os adultos continuaram a conversar. Ao primeiro que falou, ele disse: “Viu? Não comeu!!”

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O Betão ficou tocado pelo inusitado da sobrinha que quando pequena lhe perguntou: “Porque temos de ser assim?” “Assim como?”, disse ele. Colocando a mãozinha no seu rosto, ela foi apertando, apertando, apertando e, finalmente, respondeu: “De carne e osso”. Diz o Betão (pura metafísica): “A criança quase sempre é um anjo descobrindo-se na matéria”.

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A Lília envia um link pertinente para esta deliciosa crônica de Mário Prata.

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Patrick é levado por sua avó para passear. Ela encontra uma amiga que também passeia com a netinha. As duas conversam e as crianças, nos respectivos carrinhos, olham-se sem dizer nada. A avó de Patrick percebe e lhe pergunta porque não cumprimenta a pequena. Ele responde: “Porque ela não me foi apresentada”.

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Mais duas de Idelber Avelar. Seu filhote Alexandre, aos 4 anos: “A chuva é o choro de Deus”. E a filha Laura, aos 2 anos, ao vê-lo beijando a primeira namorada que teve depois de divorciar-se da mãe dela: “Pai não beija assim não que estraga o bigode!”

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Essa é minha e, se não tivesse sido contada por minha avó, não teria lembrado. Disse ela que passeava comigo no carrinho e que eu a olhava insistentemente. Ela deve ter se sentido embaraçada pois perguntou: “Sheila, o que é?”. E então respondi: “Vovó, quando você vai morrer?”

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O Eduardo fez um post interativo com esta seção. Conta ele que a tia tinha acabado de comprar uma cadelinha para seus pais, ele e os 3 irmãos, ainda pequenos. Na euforia da chegada do novo “brinquedo” as crianças queriam, todas ao mesmo tempo, brincar com a pobre Kika que estava aterrorizada. Na tentativa salomônica de acalmar as crianças a tia sentenciou: “Se vocês não pararem, eu corto essa pobre cachorrinha em quatro pedaços iguais e distribuo um pedaço de Kika para cada um!” Todos ficaram em silêncio e, logo depois, uma das gêmeas perguntou: “Manhêêêê, posso ficar com a cabecinha?”

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A Cipy lembrou de três livros: Phrase book kids, de Roberto Duailibi (São Paulo, Mandarim, 1999) e Me dá o teu contente que eu te dou o meu, de Cristina Mattoso, (Verus,2003). No de Manoel de Barros, Exercícios de ser criança, ela pescou esta: No aeroporto o menino perguntou: “E se o avião tropicar num passarinho?” O pai ficou torto e não respondeu. O menino perguntou de novo: “E se o avião tropicar num passarinho triste?”

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Christine enviou esta. As suas gêmeas de 3 anos estavam vendo “Os 3 porquinhos e o lobo mau” em DVD. Louise, muito perturbada com o Lobo, ficou preocupada quando ele chegou na casa dos porquinhos. Clémence, assistia ao filme tranqüilamente. Ao ser perguntada porque não tinha medo, ela respondeu: “Eu não moro num DVD”.

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O enviou este cartum:

E também esta história de quando o sobrinho era criança. Eles estavam num campinho de futebol perto de casa e de repente uma nuvem nublou o céu. O garoto perguntou: “Quem apagou o sol, tio?”

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Frase da filhinha da Andréa, 5 anos, dita quando a levavam para a escola sob a chuva, em Recife: “ahhhhhhh mama, é por isso que no hino de Recife tem ‘Recife, do Brasil Veneza, bela Natureza…’ porque quando chove alaga tudo né?”

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Prima da Teresa, 6 anos, quando entra no quarto dela e olha para a TV, para o DVD, pro sofá e pro ar-condicionado e depois ela pra um ferro de passar : “Tu é chique, né?” Teresa responde : “por que?” prima responde: “pq tu tem um ferro só pra tu.”

26
out
09

Funcionário Público

Eu pensando que não ia trabalhar hoje.

Tomei legal. Hahahahaha

Pelo menos as aulas sobre Halloween foram divertidas e horripilantes por um lado.

Abra’az

25
out
09

Seca

Hj é dia de secar os adversários!

Sâo Paulo e Internacional têm que empatar!

E hj também teve concurso público…

Secar os concorrentes, kkkkkkkkkkkk

Abra’az

23
out
09

CD – Alive In Brazil – Jay Vaquer

E depois de andar mil trezentos e quatro quilometros na Av. Paulista, eu achei o CD!!!!

Detalhe: o CD.

O DVD só dia 30 ¬¬

E quando nãos e tem grana, só dia 30 do outro mês, kkkkkkk

Abçs!

22
out
09

Excursão

E hoje tem excursão lá na Fonte dos Jesuítas!

22
out
09

Derrape

Mais um derrape ontem lá em Sto. André.

Mais eu acredito no meu Palmeiras!!!
Let’s Go Green! kkkk

18
out
09

Palmeiras 0 – Flamengo 2

Não vou ser hipócrita e dizer que não cornetei, porque cornetei sim.

Time não jogou bem, pareciam mortos desfilando.

Muricy burro mais uma vez deixou pra mexer no final e ainda por cima errado.

Torcida que tava do meu lado nem gritava e nem apoiava, só ficava mandando sentar.

Enfim,

Meu irmão é um azarado! Primeiro jogo dele do verdão e a primeira derrota!

17
out
09

Ingresso na mão!

Foi um sufoco!

Pegar a fila por mais de uma hora pra depois não ter mais é foda!

Voltei pro shops com meu irmão e depois voltamos pro Palestra afim de comprar a cadeira descoberta mesmo!

E o importante mesmo é que voltamos com ingresso na mão!

Agora é torcer e comemorar no Domingão pro nosso Verdão!

Dá-lhe Porco!

08
out
09

Update

Juro pra vocês, fãs assíduos do meu blog e que não se identificam com vergonha de serem pegos pela Policia Federal que o meu maior sonho era manter esse blog atualizado.

Tenho tantas coisas pra compartilhar que realmente me sinto na necessidade de ajudar as pessoas mais carentes, kkkkkkkkkk

Mas se Deus quiser isso vai mudar nos próximos meses….

Assim eu espero…

Abraços!